Eu nem sou muito de acompanhar hype. Na verdade, quanto mais falado está algo, menos vontade eu tenho de assistir, mas essa aqui eu acredito que valeu a pena ter entrado na onda!
Lançada durante a pandemia, Round 6 chegou misturando suspense, drama e uma crítica social pesada, tudo isso envolto em jogos mortais que deixam a gente de coração na mão. (Eu amo a temática de jogos mortais, competição, battle royale e afins).
Logo de cara, o que me conquistou foram os personagens. Cada um tem uma história única, cheia de camadas, e você acaba se apegando até aos mais inesperados. O protagonista, Gi-hun, é um cara comum, meio canastrão, cheio de dívidas e problemas, mas com um coração gigante. Ver ele se transformando ao longo da série foi incrível! E a Sae-byeok? diva, cheirosa, linda, forte, incrível!
Chorei rios na prova da bolinha de gude! Foi uma das cenas mais emocionantes e doloridas… Tipo, séries como essa deixam claro que todos os personagens vão morrer e que apenas um pode vencer, mas você ainda tem uma fagulha de esperança de que eles possam sobreviver. E dói quando morrem, mesmo você já estando preparado…
Temos um policial gostoso, um vilão gostoso (no caso, o amigo amargo do Gi-hun, daddyzão), e o recrutador, que é um personagem GOSTOSO e rouba a cena mesmo não tendo muito tempo de tela.
Sobre os jogos… Gosto bastante! A mistura de infantilidade com violência é genial, e é justamente isso que faz a série funcionar tão bem. Os cenários coloridos da ilha fazem parecer que você está em um liminal space. A trilha sonora e a fotografia também merecem destaque, criando um contraste absurdo com a brutalidade do que está acontecendo.
No fim, Round 6 é mais do que uma série sobre jogos mortais. É um retrato da desigualdade social, da ganância humana e da luta pela sobrevivência. Deveria ter acabado na primeira temporada. Mas, vindo da Netflix, a destruidora de séries sedenta por dinheiro, era impossível que encerrasse ali.
Porém a série não ganha mais estrelas por que a segunda e terceira temporada decairam bastante a qualidade da série.
Tutorial de como estragar uma obra-prima: Seja a Netflix, no auge do sucesso, e seja gananciosa por dinheiro.
AI, QUE ÓDIO, VÉI!
O Mundo Sombrio de Sabrina, poderia ter sido uma das melhores séries já feitas...
Mas não. Como a série ficou muito famosa, lançaram uma temporada atrás da outra, fazendo tudo no improviso, e acabou virando um circo. Isso me deixa MUITO PUTA, MUITO PUTA MESMO! Como ousam criar algo incrível e transformar em um musical da Disney?
QUE ÓDIOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!
Enfim, vou dar 2,5 estrelas. A primeira e a segunda temporada garantem essa nota. Da terceira para frente, é só ladeira abaixo.
Mas, sério, pensa numa série boa, que te ARRASTA para outro universo, com humor na medida certa, terror na medida certa, drama, personagens cativantes, uma ABERTURA FODA PRA CARALHO e uma trilha sonora de arrepiar... Isso é O Mundo Sombrio de Sabrina (primeira temporada). Minhas músicas favoritas, abertura e afins estarão no BLOG.
Se fosse avaliar só a primeira temporada, seria nota máxima. Aquilo é uma obra-prima. Fiquei completamente presa na história. Muito bom, um universo muito bem feito.
Na segunda temporada, Sabrina já é bruxa e poderosa, e a série ainda mantém a essência da primeira, mas já dá sinais de que algo está indo mal.
Aí chega a terceira. PQP, é ruim. Buffaram a Sabrina, e ela fica hiper mega poderosa, mas sem nenhuma construção. Dão poderes para ela só porque ela é a protagonista e "a fodona", mas isso foi MUITO MAL CONSTRUÍDO. Os plots vão desmoronando, os personagens ficam chatos. O universo, antes bem construído, vai se tornando ridículo, cheio de CGI barato e uns musicais medonhos jogados do nada.
E a quarta temporada, nem se fala, é MUITO RUIM. Nem terminei. Nem parece a mesma série. Fico triste do fundo do coração, porque os personagens e os atores não mereciam isso.
Sabrina tinha tudo para ser uma das minhas séries favoritas (e, de certa forma, ainda é – tenho memórias muito boas das primeiras temporadas). Mas, né... Triste.
(Pelo menos descobri o gostoso do Ross Lynch através dessa série)
Eu amo essa série! Inclusive, tenho uma pasta de edits sobre ela guardada no meu pen drive (vou postar os melhores nesse post).
Seguinte, a série não é perfeita, tem alguns episódios que são ruins pra caramba (segundo episódio, COF COF~), mas, como um todo, vale a pena!
O ponto alto da série é a Nanno. Ela é uma diva, cheirosa, incrível! Gosto de como ela é destemida, do seu lado sobrenatural, do mistério por trás da personagem… E foi por conta dela que conheci a ICÔNICA Tomie, do Junji Ito, personagem na qual ela foi inspirada. Amo a forma como a Nanno incita as pessoas ao erro, e tipo, a presença dela em si já é marcante. Ela é um daqueles personagens que ficam eternizados no imaginário das pessoas. Ela é simplesmente a Nanno.
Vale lembrar que cada episódio é dirigido por uma pessoa diferente, por isso há essa diferença entre episódios ótimos, bons, médios e ruins…
A primeira temporada é ICÔNICA, tem episódios INCRÍVEIS!!! Meus favoritos são: o da pintora que não pinta, o da garota que deseja as coisas através do banheiro, e aquele episódio super Black Mirror das "10 mais".
A segunda temporada também é legal! Tem bons episódios, principalmente os primeiros. Confesso que achei a Yuri um purgante, ela é o tipo de personagem que a gente ama odiar, mas, na maioria das vezes, eu ficava com a sensação de que ela estava atrapalhando a série e o objetivo dela, que é falar sobre karma e afins. Entendo que ela sirva como o caos e tals, mas, nossa… vontade de esfregar a cara dela no asfalto.
Espero que tenha uma terceira temporada e que a atriz que faz a Nanno se recupere do TA dela… Coitada, ela tá bem mal.
Véi! Eu odiei esse filme!!
Nossa, foi muito difícil terminar essa porra.
Em resumo, 4 véios doentes e poderosos (tipo, tem um banqueiro, um bispo, um juiz e o outro não lembro o que era) mandam sequestrar 9 garotos e 9 garotas adolescentes para enfiar num castelo e ficar torturando eles como escravos sexuais.
Eles escolhem os adolescentes a dedo, e no processo de levar eles para o castelo e de “adaptação”, 2 deles morrem.
Cara… É um filme muito pesado, tem cenas horríveis. Tipo, tem uma personagem lá que está traumatizada por ter perdido a mãe, e os caras não têm um pingo de empatia. Tratam eles como animais, são só brinquedos.
Eles contratam prostitutas experientes para ficar contando suas experiências sexuais para eles e para os sequestrados. E essas cenas são bizarras, tipo uma mulher tocando piano, e a quenga falando as coisas mais absurdas do mundo como se fosse uma poesia.
A segunda parte, que é quando uma das quengas fala que comeu bosta de um cliente, é a pior. Os véios ficam “fascinados” com isso e obrigam os jovens a comerem bosta… Nossa, que cena HORRÍVEL! Eu quase vomitei, tive que ficar pensando o tempo todo: “Calma, Sakura, aquilo é chocolate.” Mas, mesmo assim, foi muito desconfortável.
O final é mais terrível ainda. Começa uma carnificina, onde eles selecionam os jovens que “passaram” no teste, ou seja, aqueles que não tiveram resistência e respeitaram as regras durante aqueles 120 dias de tortura e insanidade. Resumindo, quase ninguém passou, e aí os que não passaram são mortos de forma brutal, com torturas terríveis.
A cena do “DEUS, POR QUE ME ABANDONOU?” é uma das mais pesadas, pois os jovens já sabiam o que iriam passar…
Filme sádico, horrível. Eu entendo a crítica de ser uma representação da maldade humana e de coisas que realmente aconteceram naquela época. Mas, aí, é uma experiência horrível de se ver. Acho que o único ponto positivo desse filme foi ter sido tema de debates com alguns amigos sobre como as representações de coisas horríveis e bizarras na arte são nada mais, nada menos, do que um espelho de coisas que realmente acontecem na vida real…
Esse filme é um prato cheio para edits… Estética linda, atores lindos, cenários lindos…
Mas…
Esperei mais. Fui atraída justamente por uma edit e, depois que assisti ao filme, fiquei com a impressão de que as edits são melhores que o filme em si… O filme começa bem, constrói uma relação interessante entre o casal principal e apresenta mistérios, como se o protagonista tivesse cometido um ato horrível.
Mas, depois da virada do filme, sinto que ele vai ladeira abaixo, tornando-se cada vez mais um drama adolescente estereotipado. Tá, o protagonista é adolescente, mas… meh.
Achei o final genérico, eu esperava algo mais intenso. O filme tem camadas, seus dramas e cenas tristes, dá para sentir empatia pelos personagens, mas sinto que poderiam ter arriscado mais, feito algo mais impactante. Se tivessem ido mais fundo, esse filme poderia ser uma obra-prima… Mas, como resolveram ficar no raso, apesar da dose de drama, no fim, ele entrega mais do mesmo.
Sinopse: No seu aniversário de 16 anos, Alexis é heroicamente salvo da morte por David, de 18 anos, depois que seu barco afunda na costa da Normandia. As férias de verão estão apenas começando, e Alexis acaba de conhecer o amigo dos seus sonhos.
Devo dizer que entendo Alexis por se apaixonar por David. David é um GOSTOSO, e sua personalidade problemática e impulsiva o torna ainda mais atraente.